Síndrome do Esgotamento Profissional – Burnout.

Olá! Excelente vida sempre!

No artigo de hoje eu falo sobre um estado psíquico de intenso sofrimento e que tem deixado muito brasileiro mal. Trata-se da síndrome de Burnout, um esgotamento psicológico e físico em decorrência da sobrecarga de trabalho, que pode levar a pessoa a desenvolver depressão.

Por acaso todo dia você acorda cansado pra ir trabalhar? Apesar de dormir a noite toda acorda como se a cabeça fosse explodir? Sente muitas dores de cabeça, esquecimentos e se irrita com facilidade? Se suas respostas foram sim, já ouviu falar em Burnout ou na Síndrome do Esgotamento Profissional? Neste texto explico resumidamente do que se trata essa Síndrome.

Não é novidade pra ninguém que o trabalho dita a regra na vida do ser humano. Tudo o que fazemos depois de certa idade, acaba por girar em torno do trabalho e buscamos de todas as maneiras nos adaptarmos a ele. Existem os que conseguem trabalhar no emprego dos sonhos, mas também existem os que detestam seus empregos e, ainda assim, felizes ou tristes, continuam trabalhando em busca de melhores oportunidades de vida e sustento. Às vezes, o “desejo de melhorar de vida”, de conquistar um imóvel ou algo sonhado é tão grande que faz a pessoa perder a noção do investimento no trabalho e acaba colocando toda sua energia psicológica esquecendo que existe “vida” fora dele. Assim, em decorrência do excessivo foco no trabalho, ela acaba não se relacionando bem socialmente, não pratica atividade física ou faz algo para relaxar nas horas vagas por exemplo. Quem nunca conheceu alguém que parece viciado em trabalho?

Na síndrome de burnout é como se a mente desse um PT (perda total) e avissase que as coisas não estão indo muito bem.

Muitas pessoas mesmo tendo os sintomas da síndrome continuam trabalhando e insistindo na rotina, acreditando que tudo o que está sentindo vai passar. Algumas delas, inclusive, têm preconceitos com doenças da mente e pensar na possibilidade de estar adoecido já motiva a trabalhar ainda mais, afinal, “doença da mente é coisa de gente louca e encostada né”?

Burnout

Acima eu falei da pessoa que trabalha porque está em busca de algo, porque gosta de trabalhar, porque deseja adquirir um novo objeto, no entanto, existem várias situações comprometedoras que acarretam o estado de esgotamento. Quanto a isso, podemos citar as empresas que sugam seus colaboradores para além do horário de expediente, as muitas metas que precisam ser batidas, a quantidade exagerada de demanda que não dá pra ser concluída durante o expediente e obriga o profissional a ficar fazendo hora extra para concluir, o engarrafamento que insiste e faz o profissional trabalhar mais horas pra não ficar preso no trânsito, etc. Enfim, tudo isso e uma infinidade de situações podem contribuir para que o profissional chegue ao esgotamento mental e físico.

Os sintomas da síndrome de burnout são vários e vão desde questões psicológicas à físicas. No plano psicológico, é comum a pessoa experimentar alguns sintomas típicos de quem tem Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), assim, o paciente apresenta descontrole de pensamentos, taquicardia (batimento acelerado do coração), sudorese (suor) e dificuldade de concentração, dentre outros. Além disso, a pessoa também pode começar a se isolar, tornar-se agressivo com colegas do próprio trabalho ou familiares, irritar-se com facilidade, alimentar muitos pensamentos negativos sobre si, sobre seu desempenho e sobre a vida e ter lapsos de memória. Em muitos casos, em virtude do estado de sofrimento em que a pessoa se encontra, pode a síndrome transforma-se em uma depressão e ocasionar afastamento do trabalho por tempo indeterminado.

Fisicamente a síndrome pode gerar muita dor de cabeça, embaralhamento da visão, cansaço, pressão alta, crises respiratórias e gástricas, dores por todo o corpo, os músculos e as juntas ficam doloridas como se houvesse um aumento de atividades físicas, etc.

O burnout afeta tudo na vida da pessoa, da mente ao corpo.

burnout 2

Sobre as formas de tratamento, podemos dizer que existem duas possibilidades que se excluem, mas também se complementam: psicoterapia com psicólogo e intervenção medicamentosa. Na psicoterapia, o psicólogo pode auxiliar o cliente a compreender seus padrões de pensamento e comportamento. Através do autoconhecimento, o paciente pode identificar formas de ser e estar que não estão se encaixando com as demandas que a vida, inclusive, a vida profissional, exige no dia a dia. É interessante ressaltar que a psicoterapia com psicólogo é sempre indicada como primeira opção de tratamento, pois é uma intervenção natural e uma vez reestruturando nossa mente mudanças são alcançadas comportamentalmente, alem disso, já foi provado que a psicoterapia altera altera químicas de nosso cérebro que geram vários sintomas do burnout. Já a intervenção medicamentosa, essa é realizada pelo médico, na maioria das vezes psiquiatra, e tem objetivo de reduzir os sintomas citados anteriormente porém por meio de medicações.

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